segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Dia de Nossa Senhora das Mercês - 24 de setembro

Nossa Senhora das Mercês

Dia 24 de setembro comemora-se um título expressivo de Maria, invocada como Nossa Senhora das Mercês ou da Misericórdia. Esta bela invocação remonta ao século XIII, época da dominação maometana na Península Ibérica. Os epígonos de Maomé faziam também incursões nas regiões litorâneas francesas e italianas. Muitos cristãos eram aprisionados e levados como escravos para o norte da África. Condenados a trabalhos forçados e a muitas privações, embora a maioria dos discípulos de Cristo permanecesse fiel à sua fé, vários, porém, desertavam. Para alcançarem a liberdade trocavam o Evangelho pelo Alcorão.

Nossa Senhora das Merces

Pedro Nolasco recebeu da Virgem Maria uma pulcra inspiração para fundar uma Ordem religiosa inteiramente devotada ao auxílio e redenção dos cristãos cativos. Dia 10 de agosto do ano de 1218, o Bispo de Barcelona na Espanha, D. Berenguer de Palou, com toda a solenidade, na Catedral, estando presente o monarca Jaime I, de Aragão, e grande número de católicos, presidiu a uma cerimônia que marcaria a História da Igreja. Com efeito, Pedro Nolasco e Treze Cavalheiros se consagraram a Deus e se propunham oficialmente a se dedicarem à Redenção dos cristãos escravos que corriam grande perigo, inclusive, de traírem sua crença religiosa. Grandes os benefícios prestados pelos mercedários àqueles que estavam sob o jugo dos mouros. 
A ordem aprovada pelo Papa se espalhou pela Europa e, descoberta a América, estes religiosos viram um campo aberto para suas atividades, agora junto aos selvagens, depois, na proteção dos escravos africanos. No século XVII em pleno ciclo do ouro, nas Minas Gerais, a Irmandade de Nossa Senhora das Mercês se estabeleceu em Ouro Preto. Espalhou-se depois para outras regiões mineiras como Diamantina, São João Del Rei, Mariana, Sabará, Santa Bárbara onde belos templos lhe foram edificados. Isto ocorreu também em outras partes do Brasil como São Luís do Maranhão, Belém do Pará, Rio de Janeiro. O padre Antônio Vieira assim se expressou sobre esta devoção: “Nossa Senhora da Vitória é dos conquistadores; Nossa Senhora das Mercês é de todos, porque a todos indiferentemente está prometendo e oferecendo todas as mercês que lhe pedirem. Nos tesouros das Mercês desta Senhora não só há para o soldado vitória, para o desterrado pátria, para o descaminhado luz, para o contemplativo favores do Céu, mas nenhum título há no mundo com que a Virgem Maria seja invocada que debaixo do amplíssimo nome de Nossa Senhora das Mercês não esteja encerrado e que esta Senhora se não deva pedir com igual confiança. Estais triste e desconsolado? Não é necessário chamar pela Senhora da Consolação, valei-vos a Senhora das Mercês que Ela vos fará mercê de vos consolar. Estais aflito e angustiado, não é necessário chamar pela Senhora das Angústias, vaile-nos da Senhora das Mercês e Ela vos fará mercê em vossas pretensões [...] De sorte que em todos os despachos que a Senhora costuma dar em tão diferentes tribunais, como os que tem pelo mundo, todos estão avocados a este título das Mercês, porque por ele se fazem todos”. 
Neste contexto histórico do consumismo deste inicio do terceiro milênio, a Senhora das Mercês liberta da escravidão do luxo, dos gastos inúteis do pecado. Cumpre orar a ela para não deixar o mundo cair nas garras do terrorismo internacional e que ela dê paz às nações. Título, portanto, atualíssimo este e venturosos os que se colocarem sob a égide desta Madona mui poderosa, invocando-a com denominação tão expressiva.
 Oração a Nossa Senhora das Mercês
Virgem Maria, Mãe das Mercês,
com humildade acorremos a Vós,
certos de que não nos abandonais
por causa de nossas limitações e faltas.
Animados pelo vosso amor de Mãe,
oferecemo-vos nosso corpo para que o purifiqueis,
nossa alma para que a santifiqueis,
o que somos e o que temos, consagrando tudo a Vós.
Amparai, protegei, bendizei e guardai
sob a vossa maternal bondade a todos
e a cada um dos membros desta família
que se consagra totalmente a Vós.
Ó Maria, Mãe e Senhora nossa das Mercês,
apresentai-nos ao vosso Filho Jesus,
para que, por vosso intermédio
alcancemos, na terra, a sua Graça
e depois a vida eterna.
Amém!

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

ORAÇÃO CATÓLICA PARA A CURA DAS ENFERMIDADES

Nossa Nenhora de Lourdes protetora dos enfermos


Olá meu irmão, se você chegou até aqui, foi porque pesquisou na internet
sobre Oração Católica para a cura das enfermidades”, ou seja, talvez você
esteja passando por um momento de enfermidade, não é mesmo? Ou conheça
alguém que esteja doente, enfermo.

Este Blog é voltado a Nossa Senhora de
Lourdes, protetora dos enfermos, então leia este artigo até o final e deixe o seu comentário.

Quero partilhar com você que eu também já passei por momentos em minha
vida de muita enfermidade, que o que me sustentou nestes momentos de
extremo sofrimento foi se apegar a Deus pelas mãos de Nossa Senhora de
Lourdes, alcançar a cura física, muitas vezes passa pela cura emocional.
Aprendi na dor, que o sofrimento causado pela enfermidade é um trampolim
onde pude mergulhar na misericórdia de Deus. 


Para que a oração de cura pela
enfermidade seja eficaz, é necessário “fé e confiança”, é necessário profunda
entrega. Nisso Nossa Senhora de Lourdes nos ajuda, pois ela como mãe e
mestra, nos leva a Jesus...

Reze a oração de Nossa Senhora de Lourdes, padroeira dos enfermos com
muita fé e devoção, acreditando que Jesus nos cura e liberta de todo mal.
Deixe nas mãos de Nossa Senhora toda dúvida, todo sentimento de “porque
estou doente?”, “O que fiz para merecer isso?”. Saiba que você está sensível,
estes sentimentos devem dar lugar a uma profunda paz interior. Em vez de
pensar porque estou sofrendo, pense: “Eu sei que sou amado por Deus!” .

Então antes de rezar a oração pela cura da enfermidade, busque acalmar o
seu coração, quero te ajudar neste processo...

Acalma a sua respiração,, põe os teus pensamentos em Jesus... Lembre-se do
Salmo 22 “O Senhor é meu pastor, nada me faltará”... repita isso algumas
vezes para você...

Agora diga baixinho: Jesus eu confio em vós! Jesus eu confio em vós, Jesus
eu confio em vós...

Note que uma paz começa a invadir o seu coração, a sua alma... aproveite este
momento e peça a Jesus que o toque com seu suave amor...

Agora reza com calma, reza com confiança a Oração de Nossa Senhora de
Lourdes para obter a cura das enfermidades.

Oração de Nossa Senhora de Lourdes para obter a cura das
enfermidades.

Virgem puríssima, Nossa Senhora de Lourdes,
que vos dignastes aparecer a Bernadete,
no lugar solitário de uma gruta,
para nos lembrar que é no sossego e recolhimento
que Deus nos fala e nós falamos com Ele,
ajudai-nos a encontrar o sossego
e a paz da alma que nos ajude a conservar-nos
sempre unidos em Deus.
Nossa Senhora da gruta,
dai-me a graça que vos peço
e tanto preciso:
(pedir a graça)

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Nossa Senhora de Lourdes,
rogai por nós.
Amem

Confia no Senhor!!! Seja qual for a situação que esteja enfrentando, se apega em Jesus pelas mãos maternais de Maria.

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quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Mensagem do Papa para Dia o Mundial do Enfermo 2018

Mensagem do Papa para Dia Mundial do Enfermo 2018
Na íntegra

Mensagem do Papa Francisco para o 26º Dia Mundial do Enfermo (11 de fevereiro de 2018)

Boletim da Santa Sé

Mater Ecclesiae: «“Eis o teu filho! (…) Eis a tua mãe!”
E, desde aquela hora, o discípulo acolheu-a como sua»
(Jo 19, 26-27)

Queridos irmãos e irmãs!
O serviço da Igreja aos doentes e a quantos cuidam deles deve continuar, com vigor sempre renovado, por fidelidade ao mandato do Senhor (cf. Lc 9, 2-6, Mt 10, 1-8; Mc 6, 7-13) e seguindo o exemplo muito eloquente do seu Fundador e Mestre.
Este ano, o tema do Dia do Doente é tomado das palavras que Jesus, do alto da cruz, dirige a Maria, sua mãe, e a João: «“Eis o teu filho! (…) Eis a tua mãe!” E, desde aquela hora, o discípulo acolheu-A como sua» (Jo 19, 26-27).

1. Estas palavras do Senhor iluminam profundamente o mistério da Cruz. Esta não representa uma tragédia sem esperança, mas o lugar onde Jesus mostra a sua glória e deixa amorosamente as suas últimas vontades, que se tornam regras constitutivas da comunidade cristã e da vida de cada discípulo.

Em primeiro lugar, as palavras de Jesus dão origem à vocação materna de Maria em relação a toda a humanidade. Será, de uma forma particular, a mãe dos discípulos do seu Filho e cuidará deles e do seu caminho. E, como sabemos, o cuidado materno dum filho ou duma filha engloba tanto os aspetos materiais como os espirituais da sua educação.

O sofrimento indescritível da cruz trespassa a alma de Maria (cf. Lc 2, 35), mas não a paralisa. Pelo contrário, lá começa para Ela um novo caminho de doação, como Mãe do Senhor. Na cruz, Jesus preocupa-Se com a Igreja e toda a humanidade, e Maria é chamada a partilhar esta mesma preocupação. Os Atos dos Apóstolos, ao descrever a grande efusão do Espírito Santo no Pentecostes, mostram-nos que Maria começou a desempenhar a sua tarefa na primeira comunidade da Igreja. Uma tarefa que não mais terá fim.

2. O discípulo João, o amado, representa a Igreja, povo messiânico. Ele deve reconhecer Maria como sua própria mãe. E, neste reconhecimento, é chamado a recebê-La, contemplar n’Ela o modelo do discipulado e também a vocação materna que Jesus Lhe confiou incluindo as preocupações e os projetos que isso implica: a Mãe que ama e gera filhos capazes de amar segundo o mandamento de Jesus. Por isso a vocação materna de Maria, a vocação de cuidar dos seus filhos, passa para João e toda a Igreja. Toda a comunidade dos discípulos fica envolvida na vocação materna de Maria.

3. João, como discípulo que partilhou tudo com Jesus, sabe que o Mestre quer conduzir todos os homens ao encontro do Pai. Pode testemunhar que Jesus encontrou muitas pessoas doentes no espírito, porque cheias de orgulho (cf. Jo 8, 31-39), e doentes no corpo (cf. Jo 5, 6). A todos, concedeu misericórdia e perdão e, aos doentes, também a cura física, sinal da vida abundante do Reino, onde se enxugam todas as lágrimas. Como Maria, os discípulos são chamados a cuidar uns dos outros; mas não só: eles sabem que o Coração de Jesus está aberto a todos, sem exclusão. A todos deve ser anunciado o Evangelho do Reino, e a caridade dos cristãos deve estender-se a todos quantos passam necessidade, simplesmente porque são pessoas, filhos de Deus.

4. Esta vocação materna da Igreja para com as pessoas necessitadas e os doentes concretizou-se, ao longo da sua história bimilenária, numa série riquíssima de iniciativas a favor dos enfermos. Esta história de dedicação não deve ser esquecida. Continua ainda hoje, em todo o mundo. Nos países onde existem sistemas de saúde pública suficientes, o trabalho das congregações católicas, das dioceses e dos seus hospitais, além de fornecer cuidados médicos de qualidade, procura colocar a pessoa humana no centro do processo terapêutico e desenvolve a pesquisa científica no respeito da vida e dos valores morais cristãos. Nos países onde os sistemas de saúde são insuficientes ou inexistentes, a Igreja esforça-se por oferecer às pessoas o máximo possível de cuidados da saúde, por eliminar a mortalidade infantil e debelar algumas pandemias. 

Em todo o lado, ela procura cuidar, mesmo quando não é capaz de curar. A imagem da Igreja como «hospital de campo», acolhedora de todos os que são feridos pela vida, é uma realidade muito concreta, porque, nalgumas partes do mundo, os hospitais dos missionários e das dioceses são os únicos que fornecem os cuidados necessários à população.

5. A memória da longa história de serviço aos doentes é motivo de alegria para a comunidade cristã e, de modo particular, para aqueles que atualmente desempenham esse serviço. Mas é preciso olhar o passado sobretudo para com ele nos enriquecermos. Dele devemos aprender: a generosidade até ao sacrifício total de muitos fundadores de institutos ao serviço dos enfermos; a criatividade, sugerida pela caridade, de muitas iniciativas empreendidas ao longo dos séculos; o empenho na pesquisa científica, para oferecer aos doentes cuidados inovadores e fiáveis. 

Esta herança do passado ajuda a projetar bem o futuro. Por exemplo, a preservar os hospitais católicos do risco duma mentalidade empresarial, que em todo o mundo quer colocar o tratamento da saúde no contexto do mercado, acabando por descartar os pobres. Ao contrário, a inteligência organizativa e a caridade exigem que a pessoa do doente seja respeitada na sua dignidade e sempre colocada no centro do processo de tratamento. Estas orientações devem ser assumidas também pelos cristãos que trabalham nas estruturas públicas, onde são chamados a dar, através do seu serviço, bom testemunho do Evangelho.

6. Jesus deixou, como dom à Igreja, o seu poder de curar: «Estes sinais acompanharão aqueles que acreditarem: (…) hão de impor as mãos aos doentes e eles ficarão curados» (Mc 16, 17.18). Nos Atos dos Apóstolos, lemos a descrição das curas realizadas por Pedro (cf. At 3, 4-8) e por Paulo (cf. At 14, 8-11). Ao dom de Jesus corresponde o dever da Igreja, bem ciente de que deve pousar, sobre os doentes, o mesmo olhar rico de ternura e compaixão do seu Senhor. A pastoral da saúde permanece e sempre permanecerá um dever necessário e essencial, que se há de viver com um ímpeto renovado começando pelas comunidades paroquiais até aos centros de tratamento de excelência. Não podemos esquecer aqui a ternura e a perseverança com que muitas famílias acompanham os seus filhos, pais e parentes, doentes crónicos ou gravemente incapacitados. Os cuidados prestados em família são um testemunho extraordinário de amor pela pessoa humana e devem ser apoiados com o reconhecimento devido e políticas adequadas. 

Portanto, médicos e enfermeiros, sacerdotes, consagrados e voluntários, familiares e todos aqueles que se empenham no cuidado dos doentes, participam nesta missão eclesial. É uma responsabilidade compartilhada, que enriquece o valor do serviço diário de cada um.

7. A Maria, Mãe da ternura, queremos confiar todos os doentes no corpo e no espírito, para que os sustente na esperança. A Ela pedimos também que nos ajude a ser acolhedores para com os irmãos enfermos. A Igreja sabe que precisa duma graça especial para conseguir fazer frente ao seu serviço evangélico de cuidar dos doentes. Por isso, unamo-nos todos numa súplica insistente elevada à Mãe do Senhor, para que cada membro da Igreja viva com amor a vocação ao serviço da vida e da saúde. 

A Virgem Maria interceda por este XXVI Dia Mundial do Doente, ajude as pessoas doentes a viverem o seu sofrimento em comunhão com o Senhor Jesus, e ampare aqueles que cuidam delas. A todos, doentes, agentes de saúde e voluntários, concedo de coração a Bênção Apostólica.

Vaticano, 26 de novembro –
Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo – de 2017.
FRANCISCO

Oração de um Papa diante a Nossa Senhora de Lourdes

PALAVRAS DO SANTO PADRE 
NA INTRODUÇÃO À RECITAÇÃO DO ROSÁRIO
Lourdes, 14 de Agosto de 2004

Queridos Irmãos e Irmãs

1. Ajoelhando-me aqui, junto da gruta de Massabielle, sinto com emoção ter chegado ao fim da minha peregrinação. Esta gruta, onde apareceu Maria, é o coração de Lourdes. Ela faz pensar na gruta do monte Horeb onde Elias encontra o Senhor que lhe fala no "sopro de uma brisa leve" (1 Rs 19, 12).
Aqui, a Virgem convida Bernadete a recitar o Rosário desfiando ela mesma as contas. Esta gruta tornou-se, assim, a sede de uma admirável escola de oração, onde Maria ensina a todos a contemplar com um fervoroso amor o rosto de Cristo.
Eis porque Lourdes é o lugar onde os fiéisdaFrançaedeoutrasnações da Europa e de todo o mundo rezam, de joelhos.
2. Peregrinos a Lourdes, queremos também nós, esta tarde, rezando com a Virgem, percorrer novamente os "mistérios" através dos quais Jesus se manifesta "como luz do mundo". Lembremo-nos da sua promessa: "Aquele que me segue não andará nas trevas mas terá a luz da vida" (Jo 8, 12).
Da humilde serva do Senhor, queremos aprender a disponibilidade dócil para a escuta e o comprometimento generoso para acolher, na nossa vida, o ensinamento de Cristo.
Particularmente, meditando a participação da Mãe do Senhor na missão redentora do seu Filho, convido-vos a rezar pelas vocações para o sacerdócio e para a virgindade pelo Reino de Deus para que estes que são chamados saibam responder com disponibilidade e perseverança.
3. Olhando para a Santíssima Virgem Maria, digamos com Bernadete: "Minha boa Mãe, tende piedade de mim; eu me entrego inteiramente a vós para que me entregueis ao vosso querido Filho a quem eu quero amar de todo o meu coração. Minha boa Mãe, dai-me um coração fervoroso por Jesus".

A água de Nossa Senhora de Lourdes, a protetora dos enfermos, água que cura o corpo e a alma.

Olá meus queridos irmãos! Quero partilhar com vocês neste post "A água milagrosa de Nossa Senhora de Lourdes Protetora dos enfermos".
 
Reze com Nossa Senhora de Lourdes

Nossa Senhora de Lourdes, em 1858, quis deixar em Lourdes um sinal visível de sua presença, e Santa Bernadete com toda a sua humildade e obediência foi canal para que este sinal acontecesse. A água milagrosa de Nossa Senhora de Lourdes é sinal da sua presença materna e acolhedora, presença que  leva toda uma multidão de filhos aflitos a uma profunda experiência de fé e da misericórdia de Deus.

Como surgiu a fonte desta água milagrosa de Nossa Senhora de Lourdes.

Foi em 25 de fevereiro de 1858 a Virgem Santíssima aparece pela nona vez à menina Bernadete e lhe diz: Vá beber à fonte e lavar-se. Porém, ainda não havia fonte alguma ali. Mas eis que ela surge miraculosamente. Nesta aparição, Nossa Senhora pede a Santa Bernadete que cabe o chão, e Bernadete obediente atende o seu pedido e começa a cavar as mãos com as próprias mãos, no início surgiu uma água lamacenta, na qual Santa Bernadete lavou o seu rosto, tudo isso acontecia diante de uma multidão que havia comparecido aquela aparição.

A fonte de água é o marco da mensagem de Lourdes. É sobretudo um sinal de purificação espiritual. Não se trata de um líquido mágico, com poderes curativos. Deus se serve desta água quando quer como instrumento visível para curas extraordinárias, demonstrando Sua presença neste lugar de abundantes graças. Nada mais.

Um número enorme e incalculável de curas ocorre em Lourdes. E para que se chegue à conclusão de que houve ou não milagre, instituiu-se o Bureau des Contestations Medicales, hoje conhecido como Oficina de Lourdes, que possui a função de verificar sob o ponto de vista da Ciência as curas ocorridas e elaborar um dossiê sanitário, que permite certificar tanto a enfermidade anterior, quanto a cura.

Em Paris, há o Comitê Médico Internacional para onde são encaminhados, após o tempo de um ano, casos que a Oficina Médica define como “grande cura”..
Como podemos perceber a água milagrosa de Lourdes não é um elemento mágico, é apenas um elemento comum, que o Senhor utiliza para fazer chegar a Sua graça.

No Novo Testamento, e em especial nos evangelhos, o tema da fé é algo significativo. Escutamos o próprio Senhor falar de sua importância muitas vezes, tal como em Lc 17,19: E disse-lhe Jesus: “Levanta-te e vai; a tua fé te salvou”. Se Deus fez por nós a maior parte, se servindo de um elemento comum como a água, como um dos canais por onde ele nos comunica a sua graça, cabe então a nós uma única resposta: a fé. A fé que nos impulsiona ao amor misericordioso de Deus. (Fonte: NSL.org).

Irmãos, quantas coisas belas nos da Nossa Senhora pela sua intercessão. Partilha comigo as graças derramadas pela intercessão de Nossa Senhora de Lourdes em sua vida!

Nossa Senhora de Lourdes, protetora dos enfermos Rogai por nós!!!

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Nossa Senhora de Lourdes, protetora dos enfermos

A devoção a Nossa Senhora de Lourdes, também denominação da Virgem Maria, começou após uma aparição em 11 de fevereiro de 1858, na então aldeia de Lourdes, região francesa dos Altos Pirineus. Na data, a jovem Bernadette Soubirous, ao apanhar lenha às margens do Rio Gave, viu na reentrância de um rochedo, pela primeira vez, a Virgem Maria. Foi a primeira de 17 aparições.

No local, foi construída uma igreja e brotou uma fonte de água considerada milagrosa. As curas conseguidas através do uso da água levaram, em 1862, o bispo de Tarbes a autorizar o culto a Nossa Senhora de Lourdes. O Santuário de Lourdes é um dos mais importantes centros de peregrinação católica do mundo.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Nossa Senhora de Lourdes, Padroeira dos enfermos, dos doentes do corpo e da alma!

Olá meu irmão, que bom que vocês chegaram aqui neste nosso espaço dedicado a Nossa Senhora de Lourdes Padroeira dos enfermos.

 Muitos são os momentos em que passamos por diversas dificuldades na vida não é mesmo? Por isso resolvi hoje escrever este post “Nossa Senhora de Lourdes, Padroeira dos Enfermos, dos doentes do  corpo e da alma”, é um titulo longo, mas que resume bem o motivo pela qual em 1858 Nossa Senhora a pareceu a Santa Bernadete, para nos lembrar que todos nós, num momento ou noutro, passamos por enfermidades, sejam elas físicas, emocionais ou espirituais.

 Todos os anos, milhares e milhares de enfermos são levados a Lourdes, aos pés da Padroeira dos enfermos, muitos de lá saem curados de suas enfermidades físicas, experimentam no corpo o poder curador de Deus, mas uma coisa é certa, todos que lá vão, experimentam na alma uma sensação libertadora, onde a misericórdia de Deus, o seu amor libertador, sobressai a qualquer dor física, onde á luz da fé se compreende o sofrimento humano que é passageiro, pois estamos aqui de passagem, não é mesmo? Somos peregrinos, nosso lugar é o Céu!

 Irmão, experimentar no corpo as dores físicas de uma doença, sem contar todo o sofrimento que vem acompanhado de alguns tratamentos, necessários para combater aquela doença, é algo totalmente desgastante emocionalmente, não é somente dor física, é dor do medo, das emoções desiquilibradas. Mas Nossa Senhora de Lourdes, nos mostra a face amorosa de Deus, a misericórdia de Cristo é a mensagem principal que Nossa Senhora de Lourdes, padroeira dos enfermos, veio nos trazer.

 O mundo está doente! Olhemos a nossa volta, não há como negar! Por isso precisamos estar atentos a mensagem que Nossa Senhora de Lourdes veio nos trazer! Nossa Senhora de Lourdes, não é padroeira dos enfermos do corpo somente, mas da alma!

 Se o seu coração dói, se você já não tem mais forças, parece que está a desabar, apegue-se a Nossa Senhora de Lourdes, faça a experiência de experimentar a misericórdia de Deus. Não tente encontrar respostas, como “Porque estou sofrendo?”, “o que fiz para merecer isso?”, faça a experiência do silencio, de contemplar a imagem de Nossa Senhora de Lourdes e dizer: Padroeira dos enfermos, rogai por nós, rogai por mim.

 Reze a oração da Padroeira dos enfermos:

Ó Virgem puríssima, Nossa Senhora de Lourdes,
que vos dignastes aparecer a Bernadete,
no lugar solitário de uma gruta,
para nos lembrar que é no sossego e recolhimento
que Deus nos fala e nós falamos com Ele,
ajudai-nos a encontrar o sossego
e a paz da alma que nos ajude a conservar-nos
sempre unidos em Deus.
Nossa Senhora da gruta,
dai-me a graça que vos peço
e tanto preciso:

(pedir a graça)

Nossa Senhora de Lourdes,
rogai por nós.
Amem!

 

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Roteiro Homilético Liturgia 09/09/2018

Roteiros homiléticos

23º Domingo do Tempo Comum – 9 de setembro

Fonte Rita Maria Gomes, nj

I. Introdução geral

A comunidade cristã reconheceu em Jesus o Deus que vem para salvar o seu povo (cf. Mt 1,21). O encontro com Jesus, a quem somos chamados a seguir, restaura em nós a abertura a Deus e aos irmãos. Em Jesus, cada ser humano foi criado e predestinado a ser filho de Deus, a experimentar seu amor sem medida e a responder com obediência livre.

Essa obediência livre significa que assumimos uma relação com Deus que é mediada pelas nossas relações fraternas. Por isso, tal relação deve conduzir-nos ao compromisso pela vida e bem-estar de todos, especialmente dos mais pobres e necessitados, destinatários privilegiados da ação de Deus (Is 35,4) e de Jesus (Mc 7,31).

II. Comentários dos textos bíblicos

I leitura: Is 35,4-7a

O trecho do profeta Isaías é um sopro de esperança aos que estão desanimados. Pertence ao pequeno bloco apocalíptico de Isaías, capítulos 34 e 35. No primeiro, há o julgamento das nações; no segundo, uma promessa de salvação aos abatidos e desamparados relacionada ao retorno do povo de Israel do exílio, uma palavra de ânimo e de encorajamento à espera da vingança de Deus, de sua recompensa (v. 4).

Deus mesmo vem para salvar. E sua salvação se manifesta restaurando a criação: abrindo os olhos dos cegos, os ouvidos dos surdos; fazendo saltar os coxos e desatando a língua dos mudos; fazendo brotar água no deserto e torrentes na terra vazia; transformando em fontes de água a terra sedenta. Como no princípio, Deus realiza coisas maravilhosas!

O homem bíblico professa a sua fé no Deus criador e libertador. Acredita que a criação foi querida por Deus e que ela manifesta sua onipotência e bondade. E é esse Deus, anuncia o profeta, que vem para salvar (v. 4). Assim, esta primeira leitura é um convite à esperança, é um lembrete de que Deus não abandonou sua obra, mas se interessa por ela e continua seu ato criador. Como cantamos no salmo responsorial: o Senhor é fiel para sempre.

Evangelho: Mc 7,31-37

Em território pagão, além de curar a filha da mulher siro-fenícia (7,24-30) e multiplicar os pães (8,1-10), a segunda deste evangelho, Jesus cura um surdo-gago. O autor do Evangelho de Marcos fala da atividade de Jesus fora da terra de Israel. Sua fama o precedera, e trouxeram-lhe um homem surdo, que falava com dificuldade, pedindo-lhe que lhe impusesse a mão (v. 32).

Jesus conduziu-o para fora da multidão, pôs os dedos em seus ouvidos e, com a saliva, tocou-lhe a língua (v. 33), gestos que anunciam e significam o reconhecimento de quem era aquele homem, da sua peculiaridade, ele não era mais um em meio à multidão. O evangelista já havia anunciado que Jesus impunha as mãos sobre os doentes (6,5), mas os gestos descritos aqui são bastante específicos. Erguendo os olhos para o céu, ele suspira (v. 34), como em oração. E diz: “Efatá!” E o homem começou a ouvir e a falar sem dificuldade (v. 35).

O homem curado em um território pagão é sinal da salvação ofertada a todos. Tendo em vista a comunidade à qual se dirige, o evangelista responde à questão da posição dos pagãos na comunidade cristã. No entanto, o surdo-gago é metáfora do ser humano fechado a Deus, incapaz de ouvir sua Palavra e de louvá-lo, de relacionar-se com ele. Na profecia de Isaías, a abertura dos ouvidos era uma promessa-sinal da chegada de Deus para salvar o seu povo. Assim, faz todo sentido o imperativo “Abre-te!”.

Jesus recomendou-lhe com insistência que não falasse a ninguém sobre a cura, o que faz parte do projeto do evangelista, com seu artifício de manter o suspense sobre a pessoa de Jesus até a ressurreição (8,31). No entanto, a ordem de segredo era impraticável. O homem fora curado de sua incapacidade de ouvir e falar. E isso revela a identidade de Jesus: aquele que cumpre o que os profetas anunciaram (cf. Is 3,5-6). A exclamação conclusiva reconhece a realização dessas promessas e, ainda, expressa a relação de Jesus com o Criador, que realiza grandes feitos pela Palavra e fez bem todas as coisas (cf. Gn 1).

II leitura: Tg 2,1-5

A segunda leitura é uma homilia, estruturada em torno de um preceito: a fé cristã não deve admitir acepção de pessoas. Há um exemplo, uma situação descrita com riqueza de detalhes, muito fácil de ser imaginada por qualquer interlocutor daquele tempo e de nossos dias, e um questionamento sobre o que sabem sobre Deus e seu projeto salvífico.

O autor da carta de Tiago exorta seus leitores a não tratar de modo diferente e segundo os próprios critérios os irmãos, mas a agir como Deus, que não faz acepção de pessoas (cf. Dt 10,17; Rm 2,11). Aqui, a diferenciação não se dá entre judeus e pagãos, como no evangelho, mas entre pobres e ricos. Olhando para a práxis de Jesus, a comunidade é convidada a romper as fronteiras que separam os irmãos unidos pela mesma fé. O questionamento sobre Deus e sua preferência pelos pobres deste mundo (v. 5) – declarados por Jesus “bem-aventurados” (Mt 5,1-12) –, deve repercutir também na vida da comunidade reunida em seu nome.

III. Pistas para reflexão

“Ele tem feito bem todas as coisas: aos surdos faz ouvir e aos mudos falar” (v. 37). Essa era a declaração dos que testemunharam a cura do surdo-gago. A vida de Jesus suscita admiração, chama a atenção pelo modo como age e se relaciona com o Pai e com as pessoas.

Sua relação com o Pai era marcada pela confiança, pela oração, pela obediência e pela liberdade. Sua relação com as pessoas fundamentava-se na lucidez sobre sua missão e na consciência de que cada ser humano é chamado a ser filho de Deus – uma dignidade inalienável, a mesma que Jesus assumiu e experimentou em toda a sua vida. Ele anunciava a chegada do Reino de Deus, categoria usada para pensar e exprimir o desejo, o querer de Deus desde a criação, e realizava milagres, manifestação plena da proximidade desse Reino. Deus vem para a humanidade!

O cristão, discípulo de Jesus, também é chamado a viver essa relação com o Pai e com os irmãos. No evangelho, acompanhamos Jesus em sua caminhada fora do território de Israel, realizando sua missão de proclamar a chegada do Reino também entre os pagãos. A cura do surdo-gago é sinal de que, em sua vida, Jesus comunicou a novidade divina, revelando o Deus interessado no ser humano e o humano aberto a Deus e aos outros. O homem que outrora era surdo e gago é imagem do discípulo, cuja vida, após o encontro com Cristo, é anúncio e sinal da salvação realizada por Deus.

O encontro com o Senhor deve reorientar nossa vida e nossos valores. Cabe avaliarmos se tal experiência é capaz de modificar nossa vida a ponto de sermos contagiados por tamanha entrega, fé e confiança no Pai, mas também pelo amor, comprometimento, doação e serviço aos nossos irmãos.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Oração de cura contra a depressão

Conheça a oração que venceu a depressão de São Francisco de Sales!

Alguma vez passou por momentos de profunda tristeza e não soube como sair dela? Ainda que pareça incrível, teve um santo que sofreu de depressão durante uma parte de sua vida, mas encontrou uma solução para vencê-la. Se sofres de depressão talvez te interesse conhecer sua saída de sofre de depressão faça com fé está oração de cura contra a depressão.

Estamos falando de São Francisco de Sales, que ainda muito jovem, começou a ter o pensamento incômodo e constante de que seria condenado ao inferno para sempre. Por mais que tentasse pensar em outra coisa, essa nefasta ideia se levantava cada vez mais em sua mente e não conseguia afastá-la dali.

 Chegou a perder o apetito e era comum passar muitas noites em claro. Tudo isto o levou a perder muito peso e o fez ter medo de enlouquecer. Sabemos que a depressão é um sentimento profundo de tristeza, de não mais encontrar um sentido pra vida, muitos Homens e mulheres de Hoje, tem depressão, muitos se entregam á esta doença, outros a combatem com medicamentos, tratamentos. O tratamento médico aliado a oração de cura da depressão, tem o poder de trazer a libertação.

Voltando a São Francisco de Sales, ele nos ensina:

O primeiro remédio que encontrou foi dizer ao Senhor: 

Oh meu Deus, por tua infinita Justiça tenho que ir ao inferno para sempre, concede-me que mesmo ali eu possa seguir te amando. Não me interessa que me mandes todos os sofrimentos que queiras, contanto que me permitas seguir te amando para sempre”. Essa oração devolveu a ele grande paz a sua alma.

Mas o remédio definitivo, que fez com que essa tentação fosse embora e nunca mais voltasse a perturbá-lo foi ao entrar na Igreja de Santo Estevão em Paris, e ajoelhar-se diante de uma imagem da Santíssima Virgem e rezar a oração de São Bernardo:

“Lembrai-vos, ó puríssima Virgem Maria,de que nunca se ouviu dizerque algum dos que recorreram à vossa proteção,imploraram a vossa assistênciae clamaram por vosso socorrotenha sido por Vós desamparado.Animado eu, pois, com igual confiança,a Vós, ó Virgem entre todas singular,como à Mãe recorro, de Vós me valho e,gemendo sob o peso dos meus pecados,me prostro aos vossos pés.Não rejeiteis as minhas súplicas,ó Mãe do Verbo de Deus humanado,mas dignai-Vos de as ouvir propícia,e de me alcançar o que vos rogo.Amém.”

Ao terminar de rezar esta oração, milagrosamente desapareceram todos os seus pensamentos de tristeza e desespero e em vez dos amargos convencimentos de que seria condenado ao inferno, o veio a certeza de que “… 

Deus não enviou o Filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por ele. Quem nele crê não é condenado”. (Jo 3, 17)Esta provação o ajudou a ser curado do orgulho e também para saber compreender as pessoas em crises e tratá-las com bondade.

Nossa Senhora de Lourdes Padroeira dos enfermos, Rogai por nós!!!

Fonte: https://pt.churchpop.com/


Rezemos a oração a Nossa Senhora de Lourdes

Rezemos a oração de Nossa Senhora de Lourdes

    Vamos pedir proteção e refúgio em Nossa Senhora de Lourdes rezando com confiança, sobretudo aos doentes de corpo e de alma, pessoas que sofrem pelo câncer e outras doença graves.


O Papa João Paulo II, em sua Peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora de Lourdes, no dia do enfermo, disse:

“Desde o dia da aparição à Bernadete, Maria naquele lugar “curou” dores e doenças, restituindo a muitos dos seus filhos, também, a saúde do corpo. Contudo, Ela realizou prodígios muito mais surpreendentes na alma dos crentes, abrindo o seu coração ao encontro com o Seu filho Jesus, resposta verdadeira às expectativas mais profundas do coração humano. O Espírito Santo, que a encobriu com a sua sombra no momento da Encarnação do Verbo, transforma a alma de numerosos doentes que a Ela recorrem. Mesmo quando não obtêm o dom da saúde corporal, podem sempre receber outro muito mais importante: a conversão do coração, fonte de paz e de alegria interior. Esse dom transforma a sua existência e faz deles apóstolos da cruz de Cristo, estandarte de esperança, mesmo entre as provas mais duras e difíceis”.
Oração de Nossa Senhora de Lourdes
“Sob a Tua proteção procuramos refúgio, Virgem Imaculada de Lourdesque és o modelo perfeito da criação segundo o plano original de Deus. A Ti, neste dia, confiamos os doentes, os idosos, as pessoas sozinhas: alivia o seu sofrimento, enxuga as suas lágrimas e obtém para cada um a força necessária para realizar a vontade de Deus.
Sê o amparo de todos que aliviam, dia após dia, os sofrimentos destes irmãos. E ajuda-nos a crescer no conhecimento de Cristo, que com a Sua morte e ressurreição venceu o poder do mal e da morte.”
Nossa Senhora de Lourdes, intercede por nós!

domingo, 6 de maio de 2018

Veja onde Nossa Senhora nasceu

Muito perguntam - Onde Nossa Senhora nasceu? Confira abaixo.

Para entender a escassez de informações nos primeiros séculos da Igreja, sobre a vida de Nossa Senhora, convém levar em conta as particularidades daquela época.

O mundo pagão, por efeito da decadência em que se encontrava, era politeísta, ou seja, os homens adoravam simultaneamente vários deuses. Os pagãos não achavam ilógico nem absurdo que houvesse várias divindades, ou que elas não fossem perfeitas. Pior ainda. Consideravam normal que os deuses dessem exemplo de devassidão moral, sendo, por exemplo, adúlteros, ladrões ou bêbados. Obviamente, nem todos os deuses eram apresentados como subjugados por esses vícios, mas o fato de haver vários deles nessas condições tornava imensamente árduo para os pagãos entender a noção católica do verdadeiro e único Deus, de perfeição infinita.

Por isso a primitiva Igreja teve muito cuidado ao apresentar Nossa Senhora como Mãe de Deus, pois aqueles povos, com forte influência do paganismo, rapidamente tenderiam a transformá-la numa deusa. Somente após a queda do Império Romano do Ocidente e a sucessiva cristianização dos povos começou a Igreja – que nunca negou a importância fundamental da Virgem Santíssima na história da salvação – a colocar Nossa Senhora na evidência que lhe compete e a exaltar suas maravilhas. E com isso, a fazer um bem indescritível às almas dos fiéis.

É fácil compreender por que nesse longo período, cerca de 400 anos, muitas informações a respeito da Santíssima Virgem tenham se perdido e outras se encontrem em fontes não inteiramente confiáveis. Não obstante, a Tradição da Igreja conservou fielmente aqueles atributos d’Ela que eram necessários para a integridade da fé dos católicos. O essencial foi transmitido, e, para um filho que ama sua Mãe, qualquer dado a respeito d’Ela é importante.

Entre esses dados, sobre os quais um véu de mistério permaneceu, está o local em que nasceu Nossa Senhora.


Belém, Seforis, ou Jerusalém

Três cidades disputam a honra de ter sido o local de nascimento da Mãe de Deus.(1)

A primeira é Belém. Deve-se essa tradição ao fato de Nossa Senhora ser de estirpe real, da casa de Davi. Sendo Belém a cidade de Davi, foi essa a razão pela qual São José e a Virgem Santíssima – ambos descendentes do Profeta-Rei – dirigiram-se àquela localidade, por ocasião do censo romano que ordenava a todos registrarem-se no lugar originário de suas famílias. Por isso, o Menino Jesus nasceu em Belém, e é aclamado, no Evangelho, como Filho de Davi. O principal argumento dos que sustentam a tese de que Nossa Senhora nasceu em Belém encontra-se num documento intitulado De Nativitate S. Mariae, incluído na continuação das obras de São Jerônimo.

Outra tradição assinala a pequena localidade de Seforis, poucos quilômetros ao norte de Belém, como o local do nascimento da Virgem. Tal opinião tem como base que, já na época do Imperador Constantino, no início do século IV, foi construída uma igreja nessa localidade para celebrar o fato de ali terem residido São Joaquim e Santa Ana, pais de Nossa Senhora. Santo Epifânio menciona tal santuário. Os defensores de outras hipóteses assinalam que o fato de os genitores da Virgem Santíssima terem morado lá não indica necessariamente que Nossa Senhora haja nascido naquela localidade.

A hipótese que congrega maior número de adeptos é a de que Ela nasceu em Jerusalém. São Sofrônio, Patriarca de Jerusalém (634-638), escrevendo no ano 603, afirma claramente ser aquela a cidade natal de Maria Santíssima.(2) São João Damasceno defende a mesma posição.

A festa da Natividade

Procissão que se realiza anualmente na Festa da Natividade, na cidade de Gozo, (Itália)
Na Igreja católica celebramos numerosas festas de santos. Havendo, felizmente, milhares de santos, comemoram-se milhares de festas. Ocorre que não se celebra a data de nascimento do santo, mas sim a de sua morte — correspondendo ao dia da entrada dele na vida eterna. Somente em três casos comemoram-se as festas no dia do nascimento: Nosso Senhor Jesus Cristo (Natal); o nascimento de São João Batista; e a natividade da Santíssima Virgem.

A festa da Natividade era celebrada no Oriente católico muito antes de ser instituída no Ocidente. Segundo uma bela tradição, tal festa teve início quando São Maurílio a introduziu na diocese de Angers, na França, em conseqüência de uma revelação, no ano 430. Um senhor de Angers encontrava-se na pradaria de Marillais, na noite de 8 de setembro daquele ano, quando ouviu os anjos cantando no Céu. Perguntou-lhes qual o motivo do cântico. Responderam-lhe que cantavam em razão de sua alegria pelo nascimento de Nossa Senhora durante a noite daquele dia.(3)

Em Roma, já no século VII, encontra-se o registro da comemoração de tal festa. O Papa Sérgio tornou-a solene, mediante uma grande procissão.

Posteriormente, Fulberto, Bispo de Chartres, muito contribuiu para a difusão dessa data em toda a França. Finalmente, o Papa Inocêncio IV, em 1245, durante o Concilio de Lyon, estendeu a festividade para toda a Igreja.

Confira aqui sobre a História de Nossa Senhora de Lourdes

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Liturgia diária 04 de Maio

4 de Maio de 2018
V SEMANA DA PÁSCOA (Branco – Ofício do Dia)

1a Leitura - Atos 15,22-31
Leitura dos Atos dos Apóstolo
15 22 Então pareceu bem aos apóstolos e aos anciãos com toda a comunidade escolher homens dentre eles e enviá-los a Antioquia com Paulo e Barnabé: Judas, que tinha o sobrenome de Barsabás, e Silas, homens notáveis entre os irmãos.
23 Por seu intermédio enviaram a seguinte carta: "Os apóstolos e os anciãos aos irmãos de origem pagã, em Antioquia, na Síria e Cilícia, saúde!
24 Temos ouvido que alguns dentre nós vos têm perturbado com palavras, transtornando os vossos espíritos, sem lhes termos dado semelhante incumbência.
25 Assim nós nos reunimos e decidimos escolher delegados e enviá-los a vós, com os nossos amados Barnabé e Paulo,
26 homens que têm exposto suas vidas pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo.
27 Enviamos, portanto, Judas e Silas que de viva voz vos exporão as mesmas coisas.
28 Com efeito, pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não vos impor outro peso além do seguinte indispensável:
29 que vos abstenhais das carnes sacrificadas aos ídolos, do sangue, da carne sufocada e da impureza. Dessas coisas fareis bem de vos guardar conscienciosamente. Adeus!”
30 Tendo-se despedido, a delegação dirigiu-se a Antioquia. Ali reuniram a assembléia e entregaram a carta.
31 À sua leitura, todos se alegraram com o estímulo que ela trazia.
Palavra do Senhor.


Salmo - 56/57
Vou louvar-vos, Senhor, entre os povos.
Meu coração está pronto, meu Deus,
está pronto o meu coração!
Vou cantar e tocar para vós:
desperta, minha alma, desperta!
Despertem a harpa e a lira,
e irei acordar a aurora!
Vou louvar-vos, Senhor, entre os povos,
dar-vos graças por entre as nações!
Vosso amor é mais alto que os céus,
mais que as nuvens a vossa verdade!
Elevai-vos, ó Deus, sobre os céus,
vossa glória refulja na terra!

Evangelho - João 15,12-17
Aleluia, aleluia, aleluia.
Eu vos chamo meus amigos, pois vos dei a conhecer o que o Pai me revelou (Jo 15,15)
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.
15 12 Disse Jesus: “Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, como eu vos amo.
13 Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida por seus amigos.
14 Vós sois meus amigos, se fazeis o que vos mando.
15 Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu senhor. Mas chamei-vos amigos, pois vos dei a conhecer tudo quanto ouvi de meu Pai.
16 Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi e vos constituí para que vades e produzais fruto, e o vosso fruto permaneça. Eu assim vos constituí, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vos conceda.
17 O que vos mando é que vos ameis uns aos outros”.

Palavra da Salvação.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Oração de Nossa Senhora de Lourdes


Peça uma graça especial à Protetora dos Enfermos e reze com devoção a Oração de Nossa Senhora de Lourdes.

Oração de Nossa Senhora de Lourdes

Ó Virgem puríssima, Nossa Senhora de Lourdes,
que vos dignastes aparecer a Bernadete,
no lugar solitário de uma gruta,
para nos lembrar que é no sossego e recolhimento
que Deus nos fala e nós falamos com Ele,
ajudai-nos a encontrar o sossego
e a paz da alma que nos ajude a conservar-nos
sempre unidos em Deus.
Nossa Senhora da gruta,
dai-me a graça que vos peço
e tanto preciso:

(pedir a graça)

Nossa Senhora de Lourdes,
rogai por nós.

Amem!

Clique aqui e veja como chegar a comunidade Nossa Senhora de Lourdes em Capela do Alto/ Sp

Nossa Senhora de Lourdes nos ensina a termos fé mesmo na enfermidade não perdermos a fé


Nossa Senhora de Lourdes apareceu pela primeira vez no dia 11 de fevereiro de 1858, em Lourdes França a uma jovem humilde de nome Bernadete. Nossa Senhora de Lourdes é protetora dos enfermos.

Nossa Senhora de Lourdes nos ensina: Mesmo na enfermidade, não perder a esperança.

Há um música que diz “Mesmo na doença, sofrimento e dor, mesmo na tristeza confia no Senhor”, com Nossa Senhora de Lourdes aprendemos justamente isso, a confiar no Senhor em todos os momentos, bons ou ruins! A confiança é a certeza de que Deus cuida de tudo, que Ele olha por nós, que Ele nos ama!!

Interessante notar em algumas visitas que fazemos a irmãos enfermos, quanto a fé faz diferença no tratamento, na recuperação da saúde naqueles que se entregam confiantes a Jesus, que se entregam aos tratamentos médico com muita fé, alias já é provado pela medicina que um paciente que tem fé, tem uma porcentagem maior na eficácia do tratamento médico indicado a sua enfermidade.

A fé nos é ensinado por Nossa Senhora de Lourdes, que em especial disse a Santa Bernadete “Não te prometo fazer feliz neste mundo, mas no outro”, entendemos então que a fé anda de mãos dadas com a confiança, uma sem a outra não produz o fruto da esperança.  
 Uma alma que entende que o sofrimento é passageiro, que a dor cessará, que o tratamento é necessário por mais dolorido que seja, é uma alma confiante!
Dá pra ser confiante mesmo com lágrimas nos olhos, dá pra ser confiante mesmo que os laudos médicos nos induza ao desespero! Dá pra ser confiante mesmo nos momentos mais terríveis de dor... lembremos que Jesus carregou nossas dores, lembremos que nosso calvário é passageiro e digo isso com lágrimas nos olhos.

 Que Nossa Senhora de Lourdes, protetora dos enfermos nos ensine a caminhar em meio às dores físicas e espirituais, nos ensinando que a confiança anda de mãos dadas com a fé, que precisamos tomar o remédio, fazer a quimioterapia, tomar antibióticos com esperança de que dias melhores virão... Que Nossa senhora nos leve a paz interior...

Ficarei muito feliz com o seu comentário, com o seu pedido de oração.

Nossa senhora de Lourdes, rogai por nós!

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Liturgia diária 03 de maio

3 de Maio de 2018

SANTOS FILIPE E TIAGO Apóstolos e Mártires (Vermelho, glória, Prefácio dos Apóstolos – Ofício da Festa)

1a Leitura - 1 Coríntios 15,1-8

Leitura da primeira carta de são Paulo aos Coríntios.
15 1 Eu vos lembro, irmãos, o Evangelho que vos preguei, e que tendes acolhido, no qual estais firmes.
2 Por ele sereis salvos, se o conservardes como vo-lo preguei. De outra forma, em vão teríeis abraçado a fé.
3 Eu vos transmiti primeiramente o que eu mesmo havia recebido: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras;
4 foi sepultado, e ressurgiu ao terceiro dia, segundo as Escrituras;
5 apareceu a Cefas, e em seguida aos Doze.
6 Depois apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma vez, dos quais a maior parte ainda vive (e alguns já são mortos);
7 depois apareceu a Tiago, em seguida a todos os apóstolos.
8 E, por último de todos, apareceu também a mim, como a um abortivo.
Palavra do Senhor.

Salmo - 18/19A

Seu som ressoa e se espalha em toda a terra.

Os céus proclamam a glória do Senhor,
e o firmamento, a obra de suas mãos;
o dia ao dia transmite esta mensagem,
a noite à noite publica esta notícia.

Não são discursos nem frases ou palavras,
nem são vozes que possam ser ouvidas;
seu som ressoa e se espalha em toda a terra,
chega aos confins do universo a sua voz.

Evangelho - João 14,6-14

Aleluia, aleluia, aleluia.

Sou o caminho, a verdade e a vida, diz Jesus; Filipe, quem me vê, igualmente vê meu Pai! (Jo 14,6.9)

 

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

Naquele tempo, 14 6 Jesus lhe respondeu: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.
7 Se me conhecêsseis, também certamente conheceríeis meu Pai; desde agora já o conheceis, pois o tendes visto".
8 Disse-lhe Filipe: "Senhor, mostra-nos o Pai e isso nos basta".
9 Respondeu Jesus: "Há tanto tempo que estou convosco e não me conheceste, Filipe! Aquele que me viu, viu também o Pai. Como, pois, dizes: ´Mostra-nos o Pai´.
10 Não credes que estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que vos digo não as digo de mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, é que realiza as suas próprias obras.
11 Crede-me: estou no Pai, e o Pai em mim. Crede-o ao menos por causa destas obras.
12 Em verdade, em verdade vos digo: aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas, porque vou para junto do Pai.
13 E tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome, vo-lo farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.
14 Qualquer coisa que me pedirdes em meu nome, vo-lo farei".
Palavra da Salvação.